Orientações
O que é sempre bom lembrar

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A maioria dos viajantes que procura se hospedar em um camping quer mesmo é estar em contato com a natureza. Os valores como a preservação ambiental é notável nestes viajantes e acampar acaba sendo a prática ideal da junção “diversão + natureza + economia” .

O PONTO DE CHEGADA separou algumas dicas e informações importantes para quem ainda está começando a prática do campismo. Assim como, iremos escrever sobre os dois tipos de campings, os comerciais e os selvagens.

Camping Comercial – Geralmente o camping é gramado e arborizado no espaço para as barracas. O camping comercial com uma boa infra-estrutura conta com estacionamento ou permite que o carro fique estacionado ao lado da barraca, possui restaurante, piscina, além de banheiros com duchas e vasos sanitários separados por masculino e feminino. O camping comercial conta também com uma área para a lavagem de roupas, churrasqueira e pontos de energia elétrica, alguns contam também com salão de jogos ou até mesmo com uma área social com televisão. Se diferenciando do camping comercial básico que acaba sendo um pouco mais simples.
É importante lembrar que a maioria dos campings comerciais tem normas a serem cumpridas. Por isso, evite fazer barulho após as 22h, cuide e respeite a natureza.

Camping Selvagem – Este camping é totalmente diferente do camping citado acima, é basicamente como se fosse tudo por sua conta, para tanto, é importante ter atenção aos locais onde irá armar a barraca. Interessante é pedir informações para moradores próximos ao local sobre as áreas mais seguras, pois muitas vezes podemos nos enganar na escolha. Existem áreas que apesar de serem consideradas campings selvagens é necessário que se pague taxas para entrar.
Como sugestão para informações de Unidades no Brasil e para informações sobre outros países e seus respectivos órgãos responsáveis, consulte o Site do Ibama.

Algumas dicas tanto para Campings Comerciais como Selvagens:

* Não esqueça de levar uma lona para forrar o chão antes de armar a barraca;
* Para ocupar menos espaço na mochila, você pode substituir o colchonete tradicional pelo inflável. Lembre-se se tiver frio, utilize o saco de dormir;
* Atente para o local onde irá armar a barraca. Uma superfície plena e elevada é ideal. Atenção se for um camping selvagem não armar a barraca às margens de rio e nem próximo ao mar;
* Carregue uma bússola ou GPS, lanterna e um kit de primeiros socorros, não deixando de avisar a alguém onde você está;
* É importante carregar pelo menos uma panela e uma colher;
* Carregue sacos de lixos para se preciso levar de volta seu lixo, fique atento pois alguns lugares fazem coleta seletiva disponibilizando tambores próprios para lixos secos e orgânicos;
* Não deixe alimentos ao redor da sua barraca, além de burlar a dica anterior, você pode atrair bichos. E lembre-se: Local de lixo é no lixo!
* Não esqueça de levar repelente nem filtro solar;
* Não guardar botijões de gás ou gás descartável dentro da barraca. Pode acontecer um vazamento, causando uma explosão;
* E não esqueça de carregar água, afinal água é vital.

Uma boa sorte na escolha do seu camping e um bom acampamento.

Post de Aline Boff

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O PONTO DE CHEGADA elegeu 5 itens indispensáveis ao viajante. Preste atenção às nossas dicas antes de pôr o pé na estrada e, se você achar que falta alguma coisa, não deixe de comentar!

1) Documento: caminhar por aí sem lenço e sem documento não dá, principalmente em terras desconhecidas. É importante ter sempre em mãos a carteira de identidade, ou passaporte, de preferência com foto recente. Fotocópia autentificada também vale, caso você tenha medo de perder o papel na rua. Fique atento: carteira de habilitação não vale como documento em solo estrangeiro. Ponha a papelada em dia antes da partida para evitar problemas futuros.

2) Mapa: não acredite na máxima de que quem tem boca vai a Roma. Pedir orientações aos locais é importante, mas um mapa atualizado do lugar também ajuda. Ou você acha que sempre haverá alguém na estrada para indicar o caminho certo? Hoje, serviços como o Google Maps mantêm um vasto banco de dados com mapas de cidades e rodovias – ótimo para quem quer realizar aquela viagem de carro sem destino certo.

3) Cartão de débito e crédito: os mais aventureiros podem até tentar viajar sem grana, mas, por via das dúvidas, é bom ter um cartão no bolso (e alguns tostões na conta). Mais seguro que andar com dinheiro por aí, e com a vantagem de ser bloqueado em caso de extravio. A maioria dos estabelecimentos aceita pagamento em débito e, quando isso não acontece, é só ir ao banco mais próximo e sacar a quantia necessária, sem desperdícios. A única desvantagem são as taxas cobradas em saques no exterior, algo em torno de US$3.

4) Óculos escuros e filtro solar: essa dica vale para todas as épocas do ano, pois o sol pode castigar tanto no verão, como no inverno. Para quem gosta de passear horas a pé pelos lugares que conhece, óculos de sol são fundamentais. E o filtro solar, além de prevenir danos à pele, evita aquele nada sexy bronzeado desigual de turista.

5) Câmera fotográfica digital (e acessórios afins): em cidades turísticas, os souvenires costumam ser caros. Em trilhas ecológicas, não se pode tocar numa folha sequer, quanto mais levar para a casa. Assim, a melhor maneira de registrar a viagem é mesmo com a própria câmera. Tem de se tomar cuidado, no entanto, para lembrar do básico: um bom cartão de memória, bateria(s), carregador e, se necessário, adaptador de tomadas – alguns plugues costumam variar de pino chato para arredondado, ou de dois para três pinos. Informe-se sobre isso antes de partir.

Itens em mãos, basta pôr tudo na sua mochila ideal e sair por aí. Boa viagem!

Post de  Rafael Tourinho Raymundo

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Quem está a fim de ir para fora do país, mas não se sente aventureiro o suficiente para tentar um mochilão, tem, como alternativa, o intercâmbio. E o legal é que programas assim não servem apenas para turismo. Geralmente, há outras atividades envolvidas, como estudo de idiomas, trabalho voluntário e estágio em empresas.

Ouça a áudio-reportagem sobre Intercâmbio

São várias as maneiras de se conseguir um intercâmbio. O imprescindível é encontrar uma empresa séria e de boas referências. Entre as garantias que o programa ofereça, são importantes o seguro saúdee as condições de hospedagem, seja em residência estudantil ou casa de família. Vale a dica: converse bastante com o pessoal da agência e tire todas as dúvidas possíveis.

A Associação Brasileira de Intercâmbio Cultural (ABIC) pode auxiliar você a montar um programa de intercâmbio bem interessante. Entre as opções, há, até mesmo, a produção de um programa de rádio para imigrantes – trabalho exercido na Suíça.

Outra agência de credibilidade é a AFS Intercultura. Inicialmente uma organização de enfermeiros que trabalhava na Primeira Guerra, eles, hoje, investem em intercâmbio cultural. É a idéia (talvez) utópica de que, através da experiência com uma cultura distante, possa-se entender melhor as diferenças e evitar conflitos entre nações.

Encontrada a agência, basta escolher o destino da viagem. Muitos intercambistas vão para a Europa pela facilidade com que se pode viajar de um país a outro no continente. Há os dispostos a experiências mais exóticas, indo parar em países africanos e asiáticos.

Agora, quem está a fim de gastar um pouco menos tem sempre a oportunidade de viajar pela América Latina, que sai mais em conta. Avalie, também, a disponibilidade para viajar em épocas que não sejam alta temporada. Assim, você evita filas em aeroportos, além de preços abusivos em restaurantes, lojas e atrações turísticas.

Post de Rafael Tourinho Raymundo

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