Roteiros
Os melhores lugares

Um dos destinos turisticos mais conhecidos de Alberta é Drumheller. Drumheller é uma cidade conhecida pelas lindas paisagens e pelos seus achados arqueológicos. Fomos de Calgary a Drumheller de carro pois são menos de 2 horas de estrada! Ao chegar em Drumheller começamos pelo tão falado museu de dinossauros. drumheller-museum museum-drumheller-dinosaur museum-dinosaur Não perca a visita ao Royal Tyrrell Museum porque realmente vale a pena conhecer! Na parte externa do museu tem um observatório. Você sobe uma escada que te leva ao topo de uma das montanhas e lá de cima você tem uma vista incrível da paisagem característica da cidade. drumheller-canada

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Depois da visita ao museu, fomos até o centro de informações turísticas para pegar o mapa da cidade e definir quais seriam os próximos lugares que visitaríamos. Além de comprar souvenir e obter as informações necessárias sobre a cidade, você pode subir na boca no dinossauro e ter uma vista privilegiada da cidade. drumheller-tourism Depois de conferir o material que pegamos na central de informações turísticas, optamos por conhecer a Atlas Coal Mine e escolhemos o passeio ManTrip Train Tour, o qual nos arrependemos (porque pensamos que duraria mais). Deveríamos ter escolhido o Underground Tunnel Tour, onde a gente teria a chance de caminhar dentro da mina. De qualquer forma, independente do tipo de passeio que você preferir, vale conhecer o local e saber um pouco mais da história de Alberta. mine-drumheller canada-mine

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Após o passeio na mina fomos conhecer os famosos Hoodoos. Hoodoos são formações geológicas que levam milhões de anos para se formarem. Eles são muito frágeis e podem corroer completamente se não forem preservados. drumheller-hoodoos hoodoos-drumheller trip-drumheller hoodoo-drumheller Por último, visitamos a Rosedale Suspension Bridge. Esse passeio foi rapidinho porque a chuva resolveu aparecer. bridge-drummheller Fizemos tudo isso em um só dia e  nos divertimos muito. Vale a viagem! ;)

Para facilitar você pode planejar a sua viagem e conferir os principais pontos turísticos da cidade no site Travel Drumheller.

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Parece ser nada divertido viajar para São Paulo. Um monte de prédios altos, uma vista totalmente cinza e aquele cheiro nojento de poluição. Mas está hora de mudar seus conceitos, o que eu quero dizer é: essa é a hora.

São Paulo – Litoral

Antes de passarmos pela capital, vamos nos preparar psicologicamente, vamos relaxar, ou seja, vamos para o litoral!

A cidade de Santos surpreende, é uma cidade linda! Tem de tudo, é agradável aos olhos e é rodeada de outras praias maravilhosas que também vale conhecer. Algumas oferecem serviços com preços elevados, por atrair bastante turista eles aproveitam pra abusar do bolso de nós, pobres coitados. Aliás, coitados nada, porque no nosso caso pesquisamos e conseguimos nos acomodar em lugares a preços justos.

Na foto do topo deste blog você pode observar um fragmento de um mapa do litoral de São Paulo. Passamos por quase todos esses lugares, é uma prainha do lado da outra, cada qual com suas peculiaridades.

Em Santos ainda visitamos o Museu do Café. Eu, como viciada apreciadora de café, adorei. Lá tem uma cafeteria bem interessante que serve os cafés tipo exportação, já que a parte boa do nosso café é exportada e o que compramos no mercado, se comparado, é um lixo. Vale a pena provar o que temos de bom em café e nem sabemos.

A Ilha Porchat, localizada na praia de São Vicente, merece destaque e, o hotel, com este mesmo nome, também. Tem piscina, bate com o mar e tem uma vista maravilhosa, especialmente à noite.

Um dos dias mais divertidos da viagem foi o dia em que fomos ao Wet’n Wild. Um parque aquático com padrão americano localizado na cidade de Itupeva que é fantástico e disponibiliza diversão em brinquedos para todas as idades. O ingresso, para um dia inteirinho no parque, é em trono de apenas R$35,00. Fora os custos com alimentação, mas se não quiser gastar com isso é só fazer um ranchinho no mercado, guardar numa mochila e entrar bem feliz no parque. Mas não posso deixar de citar que a comida lá dentro é muito gostosa e tem até cervejinha geladinha! Delícia! Eu aconselho o brinquedo Crazy Drop… e também aconselho ficar horas passeando sentado naquelas bóias que dão volta em um riozinho em torno do parque inteiro.Visite o site do parque para poder ter uma idéia do que estou falando.

Em Itupeva também tem o Hopi Hari. Fomos mas não é tão emocionante assim, estava muito quente e asfilas para os brinquedos eram enormes, o que nos desanimou.

Mais sobre o litoral paulista no site Praias de SP.

E para ter a garantia da comida sempre ser boa, é só se dirigir ao Carrefour mais próximo. Há plaquinhas nos direcionando ao Carrefour por onde quer que passemos.

São Paulo – Capital

Bom já que estamos em SP não custa dar uma passadinha na capital. Jamais, em hipótese alguma, nunca (está bem claro?) vá à capital cinzenta sem visitar a 25 de março. Se for mulher irá se deliciar com pares de brincos a R$1,00 ou R$2,00, pulseiras a R$3,00 ou R$4,00 e colares lindos e maravilhosos a R$8,00. Aquelas mesmas bijus que encontramos por aqui por não menos que o dobro do preço de lá. Sem falar das bolsas e roupas vendidas pelos japinhas. Bolsas por apenas “tlinta e tinco leais”. É enlouquecedor! E ainda, a 25 de março tem site. Pensa o que? E não é só um. Visite a Vitrine, o Portal e o Site da 25.

Para os homens aconselho visitar a Galeria Santa Ifigênia. Lá pode ser encontrado todo e qualquer material eletrônico, entre outras bugigangas, claro, eletroeletrônicas.

Enfim,  ao contrário do que eu pensava antes de viajar, vale muito a pena conhecer São Paulo.

OBS: Todas as fotos da matéria foram tiradas durante a respectiva viagem.

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Rivera traz consigo todo o glamour dos melhores e dos mais caros desejados perfumes. Rivera traz consigo toda a diversidade elegância de vinhos e bebidas alcoólicas, sem falar do sabor do doce de leite. Na verdade, o que interessa, é que Rivera, acima de tudo, traz consigo toda a felicidade de se pagar tudo pela metade do preço daqui! Ô beleza!

A comida é ruim, as construções são da era paleolítica (a grande maioria não são cuidadas, antes fosse, seria um ponto a mais para a cidade)… mas tudo bem, afinal, para pagar R$20,00 um Amarula que aqui é encontrado por não menos que R$50,00, vale a pena a viagem.

A estrada a caminho da fronteira é longa, quase sem curvas (dá pra acelerar um tanto naquelas estradinhas!), passando por paisagens repetitivas, mas bonitas.

Os hotéis estão caindo aos pedaços, mesmo os mais caros, como no caso do que eu fiquei… mas não precisa dormir lá mais que uma noite para conseguir usufruir de todos os Free Shops espalhados, quase que em uma só rua. E até que é divertido pegar aqueles elevadores mais que antigos, tomar refri em garrafinha pequena em toda bodega e gritar pela janela: Buenos dias muchachos e muchachas!

A parrillada, prato típico do Uruguai, é uma comida que não me agradou muito e olha que amo carne!  Sim, eu tentei encarar, mas não dá pra provar miúdos depois de vê-los. E para acompanhar, um delicioso pomelo (e aí você me pergunta: o que é pomelo?) olha, eu não sei bem o que é, mas pelo que eu pude observar é um liquido gaseificado com gosto de limão mais que maduro, dizem que é feito com um tipo de limão diferenciado.

Apesar dos pesares não desista de fazer esta viagem! Lá também tem coca-cola e o Pringles é demasiadamente barato, basta ir ao free shop mais próximo. E, de sobremesa: alfajor milka. Eles adoram doce de leite! Fomos em uma padaria em que havia MUITA variedade… só de formas, mas o sabor era o mesmo em todos os doces: doce de leite. Tinha rodinha, quadradinho, bolinho, canudinho, docinho… todos recheados com adivinhem o que? Doce de leite.

E agora,  vamos falar do que interessa em Rivera:

- Perfumes muito baratos
- Cosméticos de todos os tipos e também muito baratos (desde aqueles lances frescos de Victoria Secret, até Pond’s, que ultimamente está em falta no Brasil)
- Vinhos, licores, cervejas, absintos, whiskys e quaisquer outras bebidas com contenham alcool. Que perdição!
- Pringles, MM’s, pimentas (Tabasco de tipos variados), alfajores Milka
- Azeites e demais especiarias para tempero
- Eletrônicos
- Eletrodomésticos

…e muito mais, o preço de alguns dos produtos que são vendidos por lá você pode ter uma idéia conferindo nos sites das Free Shops:

Atenção! Eles estão localizados muito próximos uns dos outros, mas há diferença de preços entre eles, portanto é bastante interessante pesquisar antes de comprar!

Ah, esqueci de apresentar os dados básicos: Rivera é uma cidade do Uruguai, vizinha da cidade brasileira Santana do Livramento. Constitui uma curiosa região binacional, denominada Fronteira da Paz, com aproximadamente 180.000 habitantes, que vivem de forma integrada. A Fronteira da Paz você pode observar na foto ao lado, quando estávamos fotografando fomos muito bem recebidos por uma habitante um tanto expansiva e totalmente desconhecida, mas que conseguiu se “integrar” a foto e é isso que interessa.

Outra informação totalmente útil é a de que, sinto informar, há um limite de compras que é de US$ 300 por pessoa. Compras acima desse valor devem ser declaradas na Receita Federal para o pagamento do imposto de importação correspondente para que o produto possa entrar legalmente no Brasil. Imposto? Daí já não vale mais! Fique dentro dessa cota, garanto que dá pra aproveitar bastante.

Outra dica que devo destacar é referente aos aparelhos eletrônicos. Verifique antes da compra se é correspondente ao que você tem em casa, porque como tudo lá é antigo, até o esquema de voltagens em Rivera é jurássico diferenciado, então não vai valer a pena comprar algo que não funciona por aqui!

A cidade que faz fronteira, Santana do Livramento, é minada de camelôs e deles não são exigidas notas ficais, portanto, aproveitem também para desfrutar de óculos de sol por apenas R$10,00 e demais produtos oferecidos com o já conhecido jeito chinês de fazer.

Hospedagem e demais informações você pode encontrar no GUIA DE RIVERA (em espanhol) e no GUIA DE RIVERA (em português).

E boa sorte muchachos!

PS: Esse é um texto opinativo, ninguém tem a obrigação de concordar comigo, essa foi a minha perspectiva após a primeira viagem que fiz para lá.

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