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Para quem pensa em viajar para serra gaúcha, com o objetivo de descansar, São Francisco de Paula é uma das melhores opões. Localizado a 112 Km de Porto Alegre, o município, também conhecido como São Chico, fica a mais de 1000 metros a cima do nível do mar. Ocupa uma área de 3.273,498 Km2 e possui uma população bruta de 20.161 habitantes. Tem clima subtropical, com verões brandos e úmidos e invernos relativamente úmidos e frios.

Em São Francisco de Paula é possível conhecer as mais diferentes sensações da natureza. No inverno pode ocorrer um dos mais belos fenômenos da natureza, a neve. Cheia de cores e vida, a cidade é um refúgio para aqueles que buscam paz, tranqüilidade e harmonia com a natureza.

Saindo de Porto Alegre, você pode tomar a RS 115 que passa pela cidade de Taquara, sendo este o caminho mais curto. Caso deseje passar por Gramado e Canela tome a BR 116, na saída de Novo Hamburgo entre a direita e siga até Taquara.

Hotel Fazenda das Araucárias

Rua Ipiranga s/n – São Francisco de Paula – Rio Grande do Sul – Brasil
Fone:(54)3244.1701
e-mail : araucarias@megaway.com.br

Hotel Martini
RS 235 – São Francisco de Paula – Rio Grande do Sul
Fone: (54) 3244.1343

Pousada do Engenho e Hotel Refugio do Lago
Rua odonte calvante, 300 – Bairro São Bernardo, RS
F: (54)32441.270

http://www.pousadadoengenho.com.br

Churrascaria Pomar Cisne Branco
Estrada da Roça Nova, S/N – Próximo ao Lago São Bernardo
Fone/Reservas: (54) 3244.1204 / 9977.9857

Churrascaria Campo do Meio
Av. Getúlio Vargas, 656 – São Francisco de Paula – Rio Grande do Sul – Brasil
Fone/Reservas: (54) 3244.1341

Casa de Massas Pasta Nostra
Rua Henrique Lopes da Fonseca, 134 – São Francisco de Paula – RS – Brasil
Fone/Reservas: (54) 3244.2989

Post de Fabiano Jung

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Nós já mostramos como escolher a mochila ideal e demos dicas para possíveis roteiros turísticos. Porém, antes de seguir viagem, é preciso estar atento a alguns outros detalhes. Dependendo do destino, os hábitos da população local podem entrar em choque com os seus. Por isso, é sempre importante estudar os costumes do lugar que se pretende visitar – não só para evitar gafes, mas também para não ter surpresas.

Na europa, por exemplo, as pessoas têm uma noção curiosa do que é público e o que é privado, especialmente as mulheres parisienses.

Fora do país, outro obstáculo pode ser o idioma. Tome cuidado para não fazer como a estudante Bárbara Miszewski. Em viagem a Buenos Aires, ela titubeou no castelhano e acabou deixando de comer o que queria.

Não se pode esquecer, ainda, da linguagem corporal. Gestos podem ser interpretados das mais diversas maneiras, dependendo da bagagem cultural de cada um. A saudação comum entre brasileiros pode ser um aperto de mão, ou abraço, mas isso não é assim em todo lugar. Orientais não costumam abraçar até mesmo os mais íntimos, ao passo que homens italianos e árabes trocam dois beijos no rosto para dizer olá.

Portanto, fica a dica: pesquise, converse com quem já viajou, troque idéias e se prepare. Nada substitui a experiência de se conhecer um lugar ao vivo, mas, quanto mais informações prévias, mais você desfruta da viagem. E sem o risco de passar vergonha em terras estrangeiras.

Post de  Rafael Tourinho Raymundo

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Verão é sinônimo de férias, de praia, de viagem. É quando o clima de aventura está à flor da pele. Entretanto, não é apenas nessa época do ano que é possível se divertir. Existem muitos roteiros turísticos para relaxar e aproveitar as férias de inverno. Com o baixo valor do dólar, que anda na média de R$ 1,75, o preço dos pacotes de viagem está mais acessível

Uma boa pedida para os dias de frio é conhecer locais como Machu Picchu, no Peru. A cidade foi uma fortaleza encravada em uma área de difícil acesso nos Andes, escondida na floresta tropical e construída em um local privilegiado a 2.450 metros acima do nível do mar, em meio a montanhas sagradas para os incas, água corrente e um alinhamento celestial quase perfeito, especialmente para a passagem do deus sol.

O clima é bastante característico: varia entre a estação das chuvas, de setembro a abril, e a da seca, que vai de maio até agosto. A temperatura média anual é de 13ºC. Nos dias mais quentes do verão, pode chegar a 26ºC. Já o inverno marca temperaturas negativas. Os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, com ruas e escadarias. Degraus de pedra levam a místicos templos feitos com blocos de granito branco, montados uns sobre os outros sem argamassa, no estilo da arquitetura inca.

Uma grande atração na cidade é o Templo do Sol, construído de forma semi-circular sobre uma imensa pedra . A parede possui duas janelas, uma em direção ao oriente e outra voltada para o norte. Desta última, pode-se observar o solstício de inverno baseado nas projeções e medições de sombras na rocha central. No centro do templo, encontra-se um altar talhado na própria rocha. Acredita-se que era utilizado nas cerimônias em honra ao Sol.

Em um pacote rodoviário, é possível aproveitar cada minuto da viagem. “O ônibus vai parando no caminho, em pontos turísticos, até chegar ao destino. Não se perde nada nesses roteiros”, conta a agente de viagens Claudia Fonseca. Além de Machu Picchu, o roteiro da empresa onde trabalha inclui passagem pelo Pantanal e pela Bolívia, em Santa Cruz de La Sierra, La Paz, Cochabamba e Puerto Suarez.

O passeio dura 14 dias, do ponto de partida até a volta, e custa R$ 1.980. Estão inclusas as hospedagens em hotel com café da manhã, o transporte e city tours com guias locais, além de passagens para o “Trem da Morte” e para o “Ferro-Bus”. “A viagem de ônibus é muito válida para quem tem disponibilidade de tempo. Se conhece diversos lugares tanto na ida quanto na volta, e é mais acessível economicamente”, ressalta Claudia.Uma viagem aérea para o mesmo destino, com duração de seis dias, custaria 1.817 dólares com saída em junho.

Post de mariborba

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