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Verão é sinônimo de férias, de praia, de viagem. É quando o clima de aventura está à flor da pele. Entretanto, não é apenas nessa época do ano que é possível se divertir. Existem muitos roteiros turísticos para relaxar e aproveitar as férias de inverno. Com o baixo valor do dólar, que anda na média de R$ 1,75, o preço dos pacotes de viagem está mais acessível

Uma boa pedida para os dias de frio é conhecer locais como Machu Picchu, no Peru. A cidade foi uma fortaleza encravada em uma área de difícil acesso nos Andes, escondida na floresta tropical e construída em um local privilegiado a 2.450 metros acima do nível do mar, em meio a montanhas sagradas para os incas, água corrente e um alinhamento celestial quase perfeito, especialmente para a passagem do deus sol.

O clima é bastante característico: varia entre a estação das chuvas, de setembro a abril, e a da seca, que vai de maio até agosto. A temperatura média anual é de 13ºC. Nos dias mais quentes do verão, pode chegar a 26ºC. Já o inverno marca temperaturas negativas. Os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, com ruas e escadarias. Degraus de pedra levam a místicos templos feitos com blocos de granito branco, montados uns sobre os outros sem argamassa, no estilo da arquitetura inca.

Uma grande atração na cidade é o Templo do Sol, construído de forma semi-circular sobre uma imensa pedra . A parede possui duas janelas, uma em direção ao oriente e outra voltada para o norte. Desta última, pode-se observar o solstício de inverno baseado nas projeções e medições de sombras na rocha central. No centro do templo, encontra-se um altar talhado na própria rocha. Acredita-se que era utilizado nas cerimônias em honra ao Sol.

Em um pacote rodoviário, é possível aproveitar cada minuto da viagem. “O ônibus vai parando no caminho, em pontos turísticos, até chegar ao destino. Não se perde nada nesses roteiros”, conta a agente de viagens Claudia Fonseca. Além de Machu Picchu, o roteiro da empresa onde trabalha inclui passagem pelo Pantanal e pela Bolívia, em Santa Cruz de La Sierra, La Paz, Cochabamba e Puerto Suarez.

O passeio dura 14 dias, do ponto de partida até a volta, e custa R$ 1.980. Estão inclusas as hospedagens em hotel com café da manhã, o transporte e city tours com guias locais, além de passagens para o “Trem da Morte” e para o “Ferro-Bus”. “A viagem de ônibus é muito válida para quem tem disponibilidade de tempo. Se conhece diversos lugares tanto na ida quanto na volta, e é mais acessível economicamente”, ressalta Claudia.Uma viagem aérea para o mesmo destino, com duração de seis dias, custaria 1.817 dólares com saída em junho.

Post de mariborba

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Antes de efetuar a escolha de uma mochila e decidir comprá-la apenas por beleza, é importante lembrar que os famosos “mochilões” são para transporte de cargas e para viagens sem muita comodidade. Ou seja, são para longos percursos e períodos. A escolha da mochila é um tanto elaborada, o que faz parte do prazer de viajar de uma maneira independente. É indispensável na hora da escolha, o conforto e a resistência.

Na hora da compra é importante optar por um bom fabricante, pois são usados critérios ergonômicos, assim como, as mais avançadas tecnologias nos tecidos e em outros materiais empregados na confecção.

O tamanho das mochilas é determinado pela sua capacidade em litros. As de 40 litros, por exemplo, são consideradas pequenas, de 45 a 60 litros médias e as grandes ou cargueiras suportam 90 litros ou mais. Para a decisão do tamanho ideal é optar por aquele que não cause desconforto para os ombros e coluna. Lembrando, que é de extrema importância redobrar a atenção na escolha da mochila para que você não acabe prejudicado com os males que pode causar devido o peso ou a má-postura. Além disto, preste atenção aos ajustes das ombreiras. Pois, se as alças estiverem muito longas a mochila acabará puxando seu corpo para trás, ou seja, sobrecarregando seus ombros.

Hoje em dia é possível encontrar modelos de mochilas com frente destacável que podem facilitar em trilhas, ou percursos de curta duração. Assim como, existem modelos de mochilas expansíveis, por exemplo, uma mochila de 50 litros + 15 litros, totalizando 65 litros quando “esticadas”.

Para que não ocorra erro na sua escolha experimente a mochila de preferência cheia e observe se a mesma é mais estreita que os seus ombros e mais baixa que a sua cabeça, formando um perfil achatado. Estes detalhes serão satisfatórios durante o uso, evitando problemas futuros. Detalhes da mochila como: bolsos, zíperes e repartimentos são importantes para o rendimento da carga, facilitando a repartição da bagagem e mantendo itens de maior importância sempre “a mão”.

Fique atento, afinal a mochila cargueira tem armações internas e ou externas, ombreiras com alças acolchoadas ou semi-rígidas, barrigueira envolvendo o abdômen e o corpo. As armações internas dão uma sustentação maior à mochila, já as externas podem enroscar em galhos. Ombreiras estreitas podem machucar seus ombros e as muito largas podem machucar suas axilas. Para tanto antes de efetuar a compra experimente a mochila e faça os ajustes necessários. Caso a compra seja feita pela internet, verifique todo o tipo de informação sobre o modelo que escolheu e peça dicas a outros viajantes.

Post de Aline Boff